RAPA
TCHIGA TOTIS
Estamos a viver um momento muito delicado na política do
nosso país. Depois do mês de Ramadã, que é um período de jejum, oração e
solidariedade, já estamos a aproximar-nos da Páscoa, uma celebração importante
para os cristãos que marca a ressurreição de Jesus Cristo.
O nosso povo está exausto com tantas crises políticas.
Com certeza, nossos valorosos combatentes pela liberdade não deram seu sangue,
suor e lágrimas para isso. A razão pela qual lutamos sempre foi, e sempre será,
a defesa do nosso povo.
Será que é difícil entender como ainda podemos conviver com um ex-Presidente da República traidor, que, logo após assumir o cargo, desobedeceu a Constituição que prometeu defender? Será que não percebem que o Estado está a ser capturado, a olho de todos nós, por uma falsa elite que não tem compromisso com o bem-estar da população?
Para resolver essa situação política complicada, estão três
principais exigências que precisam ser discutidas:
1 – Marcação de uma data consensual para eleições simultâneas
(legislativas e presidenciais);
2 – Indicação de membros do Supremo Tribunal de Justiça (STJ);
e
3 – Eleições dos membros da Comissão Nacional de Eleições.