quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

 

KOBA-DI-DJANFA

Consta que o regime golpista instalado tem em marcha um plano fúnebre para eliminar opositores como o General Daba Na Walna (em perigo iminente de morte), Domingos Simões Pereira, Fernando Dias da Costa, Geraldo Martins, Marciano Indi, Octávio Lopes, entre tantos outros que se tornaram incómodos para o actual poder.

A grande questão, porém, é que o alegado mentor desses desígnios, Sissoco Embaló, não se olhou ao espelho para pressentir o destino que lhe poderá estar reservado, juntamente com a sua milícia — primeiro, pelas ligações ao cartel de droga em que se encontra envolvido; depois, pelas outras mãos invisíveis que pairam nos bastidores.

Outra interrogação que se impõe é esta: os golpistas não conseguem fundamentar a razão de tanto ódio, sobretudo contra o líder do PAIGC, nem revelam capacidade argumentativa para convencer o povo guineense a votar neles.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

 

O VIRA-CASACA E SEU SÉQUITO

Dez elementos do séquito do Kalanbaté (trânsfuga), Sissocó Embaló, serão conduzidos à prisão na base americana em Guantánamo:

1-Brama Camará (vulgo Bá Quecutó)

2-Botche Candé

3-Nuno Gomes Nabiam

4-Félix Nandungue

5-Ilídio Vieira Té

6-José Carlos Macedo Monteiro

7-Biagué Nan NTan

8-Horta Inta-a

9-Soares Sambu

10-Marciano Silva Barbeiro

Alerta Máxima: após o Presidente de Angola, João Lourenço, ter criticado o “golpe de Estado” na Guiné-Bissau, o autoproclamado presidente de transição respondeu, acusando Angola de ter uma democracia fechada, e chamando o JLO de corrupto. Esta novela apenas está no início.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

 

Rever a Nomeação de Patrice Trovada




Concordo plenamente com a opinião publicada que diz: “não pode haver mediação eficaz sem confiança, e não pode haver confiança quando o mediador é, à partida, percepcionado como parte interessada ou politicamente alinhado.

É do conhecimento público que Patrice Trovoada, ex-Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, nomeado em janeiro de 2026, enviado especial da União Africana (UA) para a Guiné-Bissau,   mantém relações políticas e pessoais estreitas com Umaro Sissoco Embaló.

O percurso político recente de Patrice Trovoada, no seu próprio país, marcado por críticas significativas, revela fragilidades que afectam o regular funcionamento das instituições democráticas. O seu perfil deixa, assim, muito a desejar para uma missão que exige escuta activa, imparcialidade e respeito absoluto pela soberania popular.

A Guiné-Bissau não precisa de parceiros que apenas contribuam para o aprofundamento da desconfiança e para o isolamento do seu povo.


Tradução em Inglês

Review the Appointmente of Patrice Trovoada

I fully agree with the published opinion which states: “There can be no effective mediation without trust, and there can be no trust when the mediator is, from the outset, perceived as an interested party or politically aligned.” 

It is public knowledge that Patrice Trovoada, former Prime Minister of São Tomé e Príncipe, appointed in January 2026 as Special Envoy of the African Union (AU) to Guinea-Bissau, maintains close political and personal ties with Umaro Sissoco Embaló.

Patrice Trovoada’s recent political trajectory in his own country, marked by significant criticism, reveals shortcomings that affect the proper functioning of democratic institutions. His profile therefore leaves much to be desired for a mission that requires active listening, impartiality, and absolute respect for popular sovereignty.

Guinea-Bissau does not need partners who merely contribute to deepening mistrust and to the isolation of its people.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

 

Um Povo Sequestrado por Milícias?

As milícias de Umaro Sissoco Embaló, obcecadas pelo dinheiro e pelo tráfico de droga, persistem numa perseguição cega, de AK-47 em punho, contra o DSP — um líder intelectual que atua apenas pela força do pensamento e da razão.

Guiadas pela ignorância, desprovidas de ideias, incapazes de apresentar argumentos lógicos e credíveis para o desenvolvimento do nosso país, essas milícias continuam num corre-corre armado, espalhando medo e inquietação entre a população.

Camaradas e compatriotas, enfrentamos hoje os descendentes — os filhos políticos — dos agentes da PIDE/DGS, que outrora serviram e sustentaram o colonialismo na nossa terra. As referências deles é o salazarismo.

É tempo de nos erguermos, com coragem e consciência, para pôr termo a toda a bandidagem e restaurar a dignidade do nosso povo.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

 

Sissoco Embaló, o Chico-esperto


Este complexado estudou aonde? Na rua!

Era uma vez um ex-presidente que vivia no espaço...

Ele não passa de alguém que se julga mais inteligente que os outros, tentando tirar vantagens ou enganar. É uma pessoa armada em espertalhão, que age com astúcia, muitas vezes de forma desonesta, um sangue-suga em pessoa, e juntamente com toda sua corja (Braima Camará, Botche Candé, Nuno Gomes Nabiam, etc.).

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

GRUPO DE REFLEXÃO?

Atenção camaradas e compatriotas,

Vem aí um grupo de bandidos e traficantes de droga, que se autodenomina Reflexão, insurgindo-se contra a actual direcção do PAIGC, liderada por Domingos Simões Pereira (DSP). Nunca conseguiriam derrubar DSP em plena liberdade. A sua petulância manifesta-se sempre quando a liberdade do líder se encontra condicionada. Se, de facto, esses insurgentes primam pela justiça e pela democracia, que aguardem então por um debate em condições de igualdade, com os mesmos direitos, frente à actual direcção do PAIGC.

Dominique ka ta nganadu nin i ka ta nturdjadu! 

Bo na midi fundura di mar ku pé!


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

QUE FUTURO PARA O GANGUE DE ASSALTANTES DO PODER?


Neste momento, coexistem na Guiné-Bissau duas forças antagónicas: por um lado, as Forças Armadas Republicanas; por outro, as milícias armadas de Sissoco Embaló. As primeiras permanecem num silêncio ensurdecedor, enquanto as segundas — autoras da pirueta golpista — actuam livremente no terreno, espalhando o medo e o terror entre um povo que apenas reclama liberdade, através de detenções arbitrárias, perseguições políticas e intimidação sistemática.

A minoria dirigente, escudada sob a designação fraudulenta de Alto Comando Militar, não passa de uma estrutura capturada e mantida artificialmente por uma milícia privada, obediente às ordens de Sissoco Embaló. Não governa; impõe-se. Não lidera; oprime.

Num exercício obsceno de cinismo político, temperado por uma ignorância militante, Ilídio Vieira Té, usurpando o papel de Primeiro-Ministro, anunciou hoje, à saída de um encontro com Horta Inta-a, o dito “interino”, a anunciar a realização de eleições apenas em Dezembro de 2026.

Este anúncio traduz-se numa mensagem clara e brutal: a ignorância, a arbitrariedade e a violência pretendem prolongar-se no poder durante todo o ano de 2026, criando deliberadamente o terreno político para o regresso de Sissoco Embaló. Um regresso cuja viabilidade é, no mínimo, duvidosa, se antes disso a História — e não a propaganda — não se encarregar de lhes impor um desfecho definitivo, tantas vezes reservado aos que governam contra o seu próprio povo.

O grupo de Horta Inta-a aparenta já querer abandonar o poder, mas revela-se incapaz de encontrar uma saída digna ou politicamente sustentável. À medida que o tempo avança, a situação política, tanto no plano interno como internacional, tornar-se-á cada vez mais insustentável para o gangue de assaltantes do Estado. A indignação popular crescerá, a revolta deixará de ser contida e o cerco internacional apertar-se-á sem piedade. Com que recursos financeiros internos, pensa, este gangue, sustentar-se? Com o apoio dos barões da droga latino-americanos? Permitam-me duvidar seriamente.

Antevisão: antes da data, hoje revelada, por Ilídio Vieira Té, a maior parte dos atuais elementos destacados estarão destinados ao "repouso eterno", pelos narcotraficantes.  

domingo, 4 de janeiro de 2026

 

ALERTA MÁXIMA

O Serviço Secreto dos Estados Unidos da América e DEA já se encontra na costa ocidental de África, segundo informações avançadas por fontes ligadas aos serviços de inteligência norte-americanos.

De acordo com as mesmas fontes, vários colaboradores do presidente venezuelano Nicolás Maduro em território africano já foram identificados e poderão ser detidos a qualquer momento.

Os suspeitos estariam envolvidos em redes de narcotráfico internacional que operam ao longo de diversas rotas utilizadas para o tráfico de drogas.

Fontes próximas aos serviços de inteligência dos Estados Unidos afirmam que a atuação desses grupos está a ser monitorizada há algum tempo e que as operações em curso visam desmantelar estruturas criminosas transnacionais.

Ainda segundo o SSI, com a detenção de Nicolás Maduro, várias linhas de colaboração ilícita deverão ser desmanteladas em diferentes partes do mundo, enfraquecendo redes ligadas ao narcotráfico internacional.

Bissau, 04 de janeiro de 2026

Fonte: SSI / Digital Mídia Global TV

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

 

A PROVAR O SEU PRÓPRIO VENENO



O povo da Guiné-Bissau foi traído. Os acontecimentos recentes no nosso país revelam, mais uma vez, a fragilidade das instituições democráticas perante interesses instalados. Figuras como Umaro Sissoco Embaló, Biague Na N’Tan, Horta Inta-A, Braima Camará, Botche Candé, Ilídio Vieira Té, Nuno Gomes Nabiam, entre outros, voltam a surgir associadas a práticas que contrariam os princípios do Estado de direito e da soberania popular.

Após a derrota eleitoral, no dia 26, optaram por ignorar o veredicto das urnas e recorrer à força armada para manter o controlo do poder. O resultado foi previsível: bloqueio da democracia, perseguição política e detenções arbitrárias. Domingos Simões Pereira, Otávio Lopes, Roberto Nbesba, Marciano Indi e vários outros cidadãos foram privados da liberdade sem qualquer acusação formal, em condições que violam os mais elementares direitos humanos.

O início de 2026 ficou, assim, manchado por actos que comprometem a imagem do país e aprofundam a crise política. O episódio ocorrido na noite de 1 de Janeiro, envolvendo activistas do PAIGC, liderado por Feliciano Pinto, e o antigo primeiro-ministro Nuno Gomes Nabiam, poderia ter tido consequências graves, não fosse a intervenção ponderada de alguns acompanhantes do ativista Pinto.

É previsível que alguns dos responsáveis golpistas como Braima Camará, tentem agora proteger os seus interesses pessoais, transferindo-se para o estrangeiro e salvaguardando patrimónios ocultos em bancos europeus, amedrontados pelas sanções internacionais que não tardarão a constrangê-los. Contudo, a instabilidade persistirá enquanto não houver liberdade pelos detidos,  responsabilização política e respeito efectivo pela vontade popular.

A resistência continua. A liberdade não se prende. A Guiné-Bissau será democrática!