terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, BACARI BIAI APRESENTA O RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ESTADO DA JUSTIÇA NA GUINÉ-BISSAU

O Procurador-Geral da República, Bacari Biai, apresenta nesta terça-feira, o relatório anual sobre o estado da Justiça na Guiné-Bissau, com destaque para a área criminal, informa fonte oficial.
 
Assista o Vídeo
 

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https://www.facebook.com/braima.darame.9/videos/2530237800352026/

Fonte: Jornalista, Braima Daramé, via facebook

RECOLONIZAÇÃO

 
Para Thierry Meyssan, uma das consequências do fim sucessivo do mundo bipolar e do mundo unipolar é o restabelecimento dos projectos coloniais. Sucessivamente, dirigentes franceses, turcos e ingleses publicamente afirmaram o retorno das suas ambições. Resta saber que formas poderão tomar no século XXI.
 

O Império Francês

 
Desde há uma década, temos relevado, como uma incongruência, a vontade francesa de restabelecer o seu domínio sobre as suas antigas colónias. Foi esta a lógica da nomeação pelo Presidente Nicolas Sarkozy como Ministro dos Negócios Estrangeiros (Relações Externas-br) de Bernard Kouchner. Ele substituiu a noção anglo-saxónica de «Direitos do Homem» pela dos Revolucionários franceses de «Direitos do Homem e do Cidadão» [1]. Mais tarde, o seu amigo, o Presidente François Hollande declarou, aquando de uma conferência de imprensa à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas que era já tempo de restabelecer um mandato sobre a Síria. A coisa é ainda mais clara quando o sobrinho-neto do Embaixador François George-Picot (o dos Acordos Sykes-Picot), o antigo Presidente Valéry Giscard d’Estaing, se pronunciou a propósito. E é deste modo que se deve entender a vontade do Presidente Emmanuel Macron de continuar a guerra contra a Síria, sem os Estados Unidos.
 
Sempre houve em França um «Partido colonial» transversal aos partidos políticos e que agia como um lóbi ao serviço da classe dominante. Deste modo em todos os períodos em que se torna difícil aos capitalistas, sem escrúpulos, esmagar a mão de obra nacional, o mito da conquista colonial ressurge. Se os «Coletes Amarelos» se revoltam, então continuemos a «exploração do homem pelo homem» nas costas dos Sírios.
 
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O império francês «leva» a civilização
Antigamente esta forma de dominação escondia-se, segundo as palavras de Jules Ferry —sob os auspícios daquilo a que François Hollande consagrou o seu mandato [2]—, atrás «do dever de levar a civilização». Hoje em dia, ela visa a protecção dos povos cujos eleitos são qualificados de «ditadores».

A França não é a única potência colonial a reagir assim. A Turquia não demorou a segui-la.
 

O Império Otomano

 
Três meses após a tentativa de assassinato e do Golpe de Estado abortado de Julho de 2016, o Presidente Recep Tayyip Erdoğan pronunciava o discurso inaugural da universidade que leva o seu nome (RTEÜ). Ele traçou então um esboço das ambições da República turca desde a sua criação e as do seu novo Regime [3]. Fazendo referência explícita ao «Juramento Nacional» (Misak-ı Millî) [4], adoptado pelo Parlamento Otomano a 12 de Fevereiro de 1920, ele justificava o seu irredentismo.

ARN LANÇA APLICATIVO PARA MONITORAR QUALIDADE DAS REDES MÓVEIS

A Autoridade Reguladora Nacional das Tecnologias de Informação e Comunicação da Guiné-Bissau (ARN) lançou esta segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019, a plataforma de controlo de qualidade de serviços das redes móveis das operadoras nacionais. A disponibilidade, acessibilidade, continuidade do sinal, mobilidade e terminação da comunicação são o conjunto de parâmetros que serão medidos em tempo real nas diferentes antenas de rede das operadoras.

Presidindo a cerimónia do lançamento oficial da plataforma, realizada nas instalações da ARN em Bissau na presença do representante da UEMOA e das operadoras ORANGE e MTN, o Ministro dos Transportes e Comunicação, Mamadú Serifo Jaquite, disse que a mobilidade das comunicações é fator determinante para o desenvolvimento.

“A missão da comunicação social é melhorada e dinamizada com a qualidade da prestação de serviços. A ARN, na qualidade de entidade reguladora, está a dar passos que, no futuro breve, aumentará a capacidade da cobertura nacional em termos da comunicações com fiabilidade”, informou Mamadú Serifo Jaquite.

CEDEAO QUER QUE AS ELEIÇÕES DE MARÇO SE TRADUZAM EM PROGRAMAS DE DESENVOLVIMENTO PARA A GUINÉ-BISSAU

CO Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Jean Claude-Kausse Brou, formulou esta segunda feira, 14 de janeiro de 2019, o desejo que as eleições legislativas agendadas para o mês de março sejam um modelo para a sub-região e que se traduzam em programas do desenvolvimento para a Guiné-Bissau.

O responsável da Comissão da CEDEAO, o costa-marfinense Jean Claude-Kausse Brou, chegou ontem à tarde à Bissau com o intuito de inteirar-se dos preparativos e do processo das eleições legislativas bem como do engajamento dos titulares dos órgãos de soberania, que Presidente da República e o Primeiro-ministro e dos líderes dos partidos políticos na manutenção da data de 10 de março, indicado pelo Chefe do Estado guineense, como o dia das eleições legislativas.

Em declarações aos jornalistas à saída da audiência, o Presidente da Comissão da CEDEAO explicou que recebeu a garantia, do Chefe de Estado Guineense de que as eleições legislativas terão lugar no dia 10 de março.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

"PRS, UMA SOLUÇÃO VANGUARDA PARA A NORMALIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA GUINÉ - BISSAU"

Feito por Uffe Vieira o Porta-voz da JRS para o SAB.

Recomendamos a leitura máxima e partilha deste artigo.

"PRS, uma solução vanguarda para a normalização e desenvolvimento da Guiné - Bissau"

Na ocasião de mais um aniversário da fundação do Partido da Renovação Social, que irá celebrar no dia 14 de Janeiro de 2019, quero reconhecer por intermédio deste artigo, a grande evolução quer pela qualificação institucional e bem como pela coerência, maturidade na abordagem, capacidade de posicionamento e na condução da administração pública, o que contribui grandemente na projecção de um PRS renovado, capaz e suficientemente preparado para constituir uma alternativa indiscutível para a solução da governabilidade do país, ou seja, o mais bem posicionado para garantir as premissas de estabilidade sociopolítica e a boa gestão da Administração Pública, susceptível de assegurar com satisfação as necessidades coletivas prementes.

O progresso registado no seio do Partido da Renovação Social é fruto de um trabalho meritório da sua liderança, que soube interpretar a situação social em cada momento, diagnosticar suas causas e elaborar estratégias realísticas, e implementar acções com pragmatismo e sensatez. O PRS ousou promover reformas concretas, baseadas na igualdade, razoabilidade e tolerância ideológicas, o que permitiu uma base ideológica sólida livremente aceite por todos os membros veteranos do partido, permitindo, assim uma convivência harmoniosa, baseada no respeito pela diferença, no reconhecimento individual, na empatia com o outro e propiciadora de um ambiente estável, de benefício mútuo, reconhecedora da força e das capacidades da juventude na continuação do grande e desafiante projecto de construção e consolidação da democracia na Guiné-Bissau.

GUINÉ-BISSAU/ELEIÇÕES: PRESIDENTE DA COMISSÃO DA CEDEAO EM BISSAU PARA ANALISAR PREPARATIVOS

Foto: internet
O presidente da comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reúne-se hoje em Bissau com o Presidente e o primeiro-ministro guineenses, para analisar os preparativos das eleições legislativas, marcadas para 10 de março.

Jean-Claude Kassi Brou é recebido esta manhã pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, e pelo primeiro-ministro, Aristides Gomes.

A CEDEAO tem estado a mediar a crise política na Guiné-Bissau.

As legislativas na Guiné-Bissau estavam marcadas para 18 de novembro, mas dificuldades técnicas e financeiras obrigaram ao adiamento da data de início do recenseamento eleitoral, obrigando à marcação de uma nova data para as eleições.

domingo, 13 de janeiro de 2019

“NUNCA FUI ATENDIDA POR UM NEGRO NUM BANCO EM PORTUGAL”

Lisboa  - A empresária e deputada angolana ‘Tchizé' dos Santos defende uma reflexão na sociedade portuguesa sobre os “desequilíbrios” e o "preconceito", nas relações entre os dois países, ao constatar que em Angola um português está normalmente em posição de "vantagem”.
Fonte: Lusa / https://www.club-k.net
Portugal tem "preconceito" com africanos, diz Tchizé dos Santos
Em entrevista à agência Lusa, Welwitschea ‘Tchizé' dos Santos, que é também empresária e filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, afirmou que encontra em Portugal um clima de “preconceito” para com africanos e afrodescendentes que não encontra noutros países ocidentais.
“Hoje, antes de vir para aqui, fui para um ‘shopping’ almoçar e todas as pessoas que eu via que eram africanas, que estavam ali a trabalhar, estavam a servir à mesa, estavam nas cozinhas, algumas a dobrar roupa nas lojas. Quando chego a Angola e vou para o ‘shopping’, os portugueses que eu vejo são os donos das lojas, são os membros do conselho de administração”, criticou.
“Porque é que quando se vai a África e se vê um português, em qualquer situação ele está numa situação de vantagem, ou de igualdade na pior das hipóteses, e quando se vem a Portugal e se vê um africano ele está sempre numa posição de desvantagem”, apontou, admitindo o “ressentimento e tristeza” dos angolanos perante este cenário.
Casada com um cidadão portugueses e com filhos luso-angolanos, ‘Tchizé' dos Santos diz igualmente que nos negócios que tem em Portugal nunca encontrou africanos num balcão de um banco.

Presidente do SINAPROF: “PRESIDENTE JOMAV ASSUME PAGAR A DÍVIDA DE RETROATIVOS ESTIMADAS EM 127 MILHÕES DE FCFA”

[ENTREVISTA] Domingos Carvalho, presidente do Sindicato Nacional de Professores (SINAPROF), revelou numa entrevista exclusiva ao semanário O Democrata, um dia antes do levantamento da quarta vaga de paralisações, que o Presidente da República, José Mário Vaz, comprometeu-se em pagar a dívida de retroativos a 160 professores que o sindicato exigia do executivo que fosse paga e que se estima em 127 milhões de francos cfa. Acrescentou que o Chefe de Estado assumiu o pagamento desse valor em mesa de negociações sob sua mediação, na qual o Secretário de Estado do Orçamento confirmou o valor em causa.

O sindicalista explicou que a exigência da classe era fundamentalmente o pagamento de sete (07) meses de dívidas, isto é, um ano letivo completo (2017/2018) a professores contratados e novo ingresso da parte do executivo guineense, como também o pagamento de três meses (outubro, novembro e dezembro) de dívidas a 722 professores chamados ‘Fantasmas’, mas que, segundo ele, terão sido contratados pelo próprio governo através dos diretores das escolas. Os sindicatos reclamam ainda a devolução de horários retirados aos professores “injustamente”.

O ensino guineense conta atualmente com três categorias de professores: efetivos, estimados em 11 mil professores, 1894 professores contratados e 1610 novo ingresso, de acordo com os dados do ano letivo 2017/2018. Porém, nesse mesmo ano os contratados não receberam nem um só mês de seus salários. Apenas os de novo ingressos beneficiaram de pagamento de um mês de salário. Mesmo ao nível dessa categoria ainda faltam por pagar 34 professores que ficaram sem 0 ordenado do mês de agosto.

JOMAV OFERECE ARROZ E COMBUSTÍVEL À ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DE CAMPOSSA

O Presidente da República, José Mário Vaz, ofereceu este sábado, 11 de janeiro de 2019, duzentos sacos de arroz e dinheiro para a compra de quatro mil litros de gasóleo à Associação de Agricultores que trabalham nas bolanhas de Campossa, no setor de Bafatá, leste do país. Os agricultores de Campossa cultivam apenas no período da seca pelo método de irrigação, por causa das águas que, com alguma frequência, inundam as bolanha daquele setor.

O Chefe de Estado que se fazia acompanhar do Embaixador da República Popular da China na Guiné-Bissau, Jin Hongjun e da Representante do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) bem como de membros do seu gabinete, realizou a visita de apenas uma hora aos camponeses da associação para incentivá-los nos seus trabalhos.

O campo agrícola de Campossa tem mais de 100 hectares e está dividido em três zonas de intervenção, constituídas por 450 pequenas bolanhas no total.

Por sua vez, a associação é constituída por mais de mil associados inscritos que trabalham para garantir a sua sobrevivência, mas também com finalidades comerciais. O arroz produzido nestes campos é comercializado para diferentes regiões do país.

A TERRÍVEL DESTRUIÇÃO FUTURA DA «BACIA DAS CARAÍBAS»

 
Na altura em que o Presidente Trump anunciou a retirada das tropas de combate dos EUA do «Médio-Oriente Alargado», o Pentágono prossegue a implementação do plano Rumsfeld-Cebrowski. Trata-se, desta vez, de destruir os Estados da «Bacia das Caraíbas». Não do derrube de regimes pró-soviéticos, como nos anos 70, mas da destruição de todas as estruturas estatais regionais, sem levar em consideração se são amigos ou inimigos políticos. Thierry Meyssan analisa a preparação desta nova série de guerras.
 
uma série de artigos precedentes, tínhamos apresentado o plano do SouthCom visando provocar uma guerra entre Latino-americanos a fim de destruir as estruturas de Estado de todos os países da «Bacia das Caraíbas» [1].
 
Preparar uma tal guerra, que deveria suceder aos conflitos do «Médio-Oriente Alargado», no quadro da estratégia Rumsfeld-Cebrowski, exige uma década [2].
 
Após o período de desestabilização económica [3] e o de preparação militar, a operação propriamente dita deveria começar, nos anos a seguir, por um ataque à Venezuela desde o Brasil (apoiado por Israel), da Colômbia (aliada dos Estados Unidos) e da Guiana (ou seja, do Reino Unido). Ele seria seguido por outros, a começar contra Cuba e a Nicarágua (a «troïka da tirania» segundo John Bolton).
 
No entanto o plano inicial é susceptível de modificações, nomeadamente em razão do regresso das ambições imperiais do Reino Unido [4], que poderia influir sobre o Pentágono.
Eis aqui onde nos encontramos:
 

Evolução da Venezuela

O Presidente venezuelano, Hugo Chávez, desenvolvera relações com o «Médio-Oriente Alargado» dentro de uma base ideológica. Ele tinha-se aproximado particularmente do Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e do Presidente sírio, Bashar al-Assad. Juntos, haviam imaginado a possibilidade de fundar uma organização intergovernamental, o «Movimento dos Aliados Livres», sobre o modelo do «Movimento dos Não-Alinhados», ao encontrar-se este paralisado, no decorrer do tempo, pelo alinhamento de alguns dos seus membros com os Estados Unidos [5].
 

NOVA GUERRA FRIA E AMEAÇAS QUE EMERGEM

Por: John Pilger [*] 
        
Entrevistado por Jipson John e Jitheesh P.M.
[**] 
               
John Pilger. O seu recente documentário, The Coming War on China , mostra como os Estados Unidos estão em guerra com a China. Pode explicar o mecanismo dessa guerra secreta? Acha que a Ásia-Pacífico será a próxima região de intervenção imperialista? Como ocorrerá essa intervenção e quais serão as consequências?

É uma "guerra secreta" apenas porque a nossa percepção é moldada para ignorar a realidade. Em 2010, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, viajou a Manila e incumbiu o recém-empossado presidente filipino, Benigno Aquino, de tomar posição contra a China pela sua ocupação das Ilhas Spratly e de aceitar a presença de cinco bases de Marines dos EUA. Manila entendia-se bem com Pequim, tendo negociado empréstimos bonificados para infraestruturas que necessitava muito. Aquino fez o que lhe foi dito e aceitou que uma equipa jurídica liderada pelos EUA contestasse as reivindicações territoriais da China no Tribunal Arbitral da ONU em Haia. O tribunal concluiu que a China não tinha qualquer jurisdição sobre as ilhas; um julgamento que a China categoricamente rejeitou. Foi uma pequena vitória numa campanha de propaganda americana visando retratar a China mais como territorialmente rapace do que como defensiva na sua própria região. O motivo foi o crescente receio da elite de segurança nacional/militar/mediática dos EUA de ter deixado de ser a potência dominante no mundo.

No ano seguinte, em 2011, o presidente Obama declarou uma "viragem para a China". Isso marcou a transferência da maioria das forças navais e aéreas dos EUA para a região da Ásia-Pacífico, o maior movimento de equipamentos militares desde a Segunda Guerra Mundial. O novo inimigo de Washington – ou melhor, um inimigo de novo – era a China, que atingira extraordinários patamares económicos em menos de uma geração.

Os Estados Unidos têm há muito tempo uma série de bases em torno da China, da Austrália às ilhas do Pacífico, passando pelo Japão, Coreia e Eurásia. Estas estão em vias de ser reforçadas e modernizadas. Quase metade da rede global dos EUA, que conta mais de 800 bases, cerca a China "como o laço corredio perfeito", disse um responsável do Departamento de Estado. Sob o pretexto do "direito à liberdade de navegação", navios de baixo calado dos EUA entram nas águas chinesas. Os drones americanos sobrevoam o território chinês. A ilha japonesa de Okinawa é uma vasta base americana, com os seus contingentes preparados para um ataque à China. Na ilha coreana de Jeju, os mísseis da classe Aegis são apontados a Xangai, a 640 quilómetros de distância. A provocação é constante.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018


GUINÉ-BISSAU: PRESIDENTE JOMAV MARCA ELEIÇÕES LEGISLATIVAS PARA 10 DE MARÇO DE 2019


O Presidente da República, José Mário Vaz, fixou a data de 10 de Março de 2019, para a realização das eleições legislativas na Guiné-Bissau. O anúncio da data feito através do decreto presidencial n°20/2018, publicado no início da tarde desta quinta-feira, 20 de dezembro.
“Por força do decreto presidencial n°07/2018 de 16 de Abril foi fixada a data de 18 de Novembro de 2018 para a realizaçéao das eleições legislativas. Porém, por razões que se prendem com constrangimentos de carater político-institucionais, não foi possivel a mobilização a tempo dos meios técnicos, logísticos e financeiros com vista a realização das eleições na data fixada. Por esse motivo, não se conseguiu realizar o recenseamento, eleitoral do potencial dos eleitores em tempo útil, como pressuposto fundamental à efetivação do ato eleitoral”, lembrou o Presidente da República no seu decreto.
Face ao exposto, José Mário Vaz ouviu essa manhã o governo, líderes de partidos políticos com assento parlamentar bem como aqueles que não têm assento no hemiciclo guineense e a Comissão Nacional de Eleições, com vista a fixação de data de eleições legislativas e que acabou por fixar para 10 de Março de 2019.
Fonte: Odemocrata

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

DSP NAS CARAÍBAS...

Ilhas Virgens Britânicas
Na peugada do dito-cujo...

Enquanto o seu rebanho aposta nele como quem seja capaz de representar com responsabilidade e dignidade (figura) com perfil de um verdadeiro líder, o rapaz (DSP) devaneia pelo mundo, faz viagens de sonho pelas ilhas mais bonitas das Caraíbas, onde uma noite custa cerca de 500 USD, escutando reggae, rolando pelas praias exuberantes na companhia da sua nova namorada espanhola e de copos de ponche de  rum. O rapaz (DSP) bem acompanhado, tem estado em Martinica, Monserrate, Barbados, São Cristóvão e Nevis, Bahamas,  Ilhas Virgens Britânicas, entre outras. A fazer concretamente o quê? Responde o seu rebanho em uníssono: - retiro do pensador!

"A TAPAR O SOL COM A PENEIRA"

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

GUINÉ-BISSAU: O NOVO ANO LECTIVO "EM BRANCO" NAS ESCOLAS PÚBLICAS?

Na celebração da missa eucarística do enceramento da peregrinação Mariana 2018, Dom Camnate na Bissign alertou que estratégias devem ser estudadas para que os actos dos adultos não continuem a prejudicar a vida dos jovens e adolescentes guineenses. 

Nós estamos e estaremos do lado dos jovens estudantes revoltosos com esta situação de indefinição estratégica de certos adultos. Temos a desventura de ser representados  por indivíduos boémios, corruptos, maridos de todas as mulheres, etc.

Basta!

Pais e encarregados de educação vamos tomar parte nesta luta, porque o futuro dos nossos filhos,  educando e o país está em perigo. 

A partir desta sexta-feira, dia 14 de Dezembro, os jovens estudantes não querem ver nenhum pai levar os seus filhos às escolas. Não querem ver Jardins Infantis, Universidades, Escolas de Língua e Formação Técnica abertas. 

O jovens avisam, e quem te avisa teu amigo é:

 "(...) não nos responsabilizamos pelo que acontecer. Não será da nossa responsabilidade, mas do governo e dos sindicatos". 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


LOMBRIGA NOS INTESTINOS DO PAIGC

Para os fiéis seguidores da actual liderança do PAIGC: como é possível submeter-se a um líder que se encontra exilado, há mais de seis meses, em Portugal?
O DSP decidiu fazer um recuo político. Num dos seus comícios terá dito aos seus militantes, que optou pelos estudos em Portugal, para não se imiscuir na governação do actual PM. Todo o mundo aplaudiu-o, sem seque questionar: então, o “nosso líder” ainda está a estudar?  Para mim , esta pergunta é legítima, na medida em que, comparado com os líderes dos partidos libertadores africanos, não se vê nenhum líder político que esteja diante do seu partido ou movimento por metade. Os militantes não escolheriam pessoas inacabadas ou ainda em crescimento para os representar. Ou se é líder, ou não é! A liderança não surge por acaso. O líder é também aquela figura capaz de dar a sua própria vida pelo seu povo. Muito embora o ser humano esteja sempre em busca do conhecimento, o líder não é uma pessoa com um perfil pândega, como tem sido o caso do actual líder do PAIGC. Recuar para não se imiscuir na governação é, em si, uma prova de incompetência política do actual líder do PAIGC. Parece mais um turista político no PAIGC. Não tem nível, não conhece a história do PAIGC e nem se revê nela. No fundo, é como uma lombriga nos intestinos do PAIGC.

"PUBIS KA BURU"

terça-feira, 4 de dezembro de 2018


GUINÉ-BISSAU: QUATRO RAZÕES PARA O IMPEACHMET

Chegou a hora de subir, mais uma vez, ao alto da montanha e pedir  a destituição dos ocupantes de cargos políticos de superior responsabilidade.

Há um provérbio que diz, quem come fel, não pode cuspir mel. O povo guineense está cansado de comer fel. Já quer cuspir mel e não pode. Se o preço da libertação do nosso povo exige mais sacrifício, então, não há que dar costa à luta. É fundamental enfrentar o toiro pelos cornos.

Engendrada ou não, pelo DSP (perdedor), sabemos apenas que as condições estão reunidas para a mudança do  status quod político na Guiné-Bissau.
Por causa de delitos políticos graves e má conduta governativa que tem assolado o nosso país há quatro anos. Refiro-me, portanto, às a) mudanças sucessivas de cerca de sete Primeiro-ministros; b) parlamento encerrado durante quase toda a legislatura; c) abertura do novo ano lectivo nas escolas públicas sine die; d) finanças públicas sem liquidez para pagar os salários; e) recenseamento eleitoral duvidoso; etc.,  que em nenhum momento afectaram organismos internacionais tais como a ONU, UA,  CPLP, CEDEAO como nos tem afectado no nosso país. Não acredito, pois, que haja “Comunidade Internacional” o mesmo status quod no seu país. Avisamos, portanto, que se abstenham de ingerência nos assuntos internos.

“PUBIS KA BURU”!