“QUEDA DO PM NO PALÁCIO”
Aconteceu, pela
primeira vez, na história da Guiné-Bissau, independente. Nunca antes um dirigente
político teve um esmorecimento aparatoso como foi o caso de Braima Camará,
ontem, dia 26 de agosto, no Palácio da República.
Esperamos
que a obsessão política não o leve novamente a incitar a si mesmo a permanecer
no cargo que, de forma contrariada ao esperado, vem conduzindo o país. O
desmaio de Braima Camará é mais um indicativo significativo que sugere que sua
permanência na função não é desejável. Contudo, se insistir nesse intento, a
consequência será prejudicial a ele mesmo. Outros poderão argumentar que essa
posição tem o intuito de favorecer a oposição. Entretanto, sob uma perspectiva
moral e humanitária, já não se justifica sua continuidade no cargo.
Braima Camará a saída do Hospital Militar |