Para quando o apoio da nojenta e mafiosa CPLP? CPLP, só muntrundadi ma ora ku bardadi tchiga i ka ta odjadu.
O caminho certo é o da CEDEAO e recomenda-se. Viva CEDEAO!
A
CEDEAO criou um Fundo Especial de Urgência de Apoio à Guiné-Bissau para
enfrentar os "desafios sociais prementes" no país, indica hoje um
comunicado da organização oeste-africana, enviado à agência Lusa na Cidade da
Praia.
Cidade
da Praia, 11 jul (Lusa) - No documento, que não adianta o montante, é indicado que a decisão foi tomada
quarta-feira na 45.ª sessão ordinária da Conferência de Chefes de Estado e de
Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que
decorreu em Acra (Gana).
Segundo o comunicado final da cimeira, os 15 Estados membros da CEDEAO, que vão suportar o fundo, apelaram também aos parceiros internacionais para colaborarem na mobilização financeira, pedindo, como contrapartida, uma "governação inclusiva" do novo Governo guineense, saído das eleições de junho.
A prioridade passa por se conseguir um "consenso nacional", tendo também como pano de fundo a execução de um programa de reformas "abrangente", através de um diálogo conducente à reconciliação nacional, recuperação económica, reforma dos sistemas governativos e políticos e processos de apoio à estabilização.
Na cimeira, a CEDEAO, que prestou homenagem ao presidente cessante da Guiné-Bissau Serifo Nhamadjo "pelo empenho e determinação que levaram o processo de transição a bom porto", aprovou também o Programa de Reforma Pós-Eleitoral para a Guiné-Bissau.
Dando as boas vindas ao novo chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, os 15 encarregaram a comissão da CEDEAO de apoiar o Governo de Domingos Simões Pereira no processo de mobilização de recursos para a implementação de reformas no país e de promover uma Conferência Internacional de Doadores.
Os 15 instruíram a Comissão da organização para tomar medidas urgentes, em estreita colaboração com o Governo guineense, comunidade internacional e demais parceiros, para a revisão do mandato da Missão de Segurança da CEDEAO na Guiné-Bissau (ECOMIB), a partir de 31 de dezembro de 2014??
Sobre o Mali, os chefes de Estado e de Governo da CEDEAO congratularam-se com a melhoria registada na questão de segurança no norte do Mali desde o surgimento das escaramuças de maio de 2014, elogiando a iniciativa da Argélia em organizar uma reunião de acompanhamento destinada a explorar os meios conducentes à paz e ao fim da crise, em consonância com o Acordo Provisório de Ouagadougou.
Reiterando a disponibilidade em apoiar o processo de paz maliano em curso, a CEDEAO apelou ao diálogo e à redinamização da Comissão de Verdade, Justiça e Reconciliação, defendendo também o compromisso e integridade territorial do Mali e reafirmando o caráter "não negociável e sacrossanto" das identidades dos Estados-membros.
Os 15 apelaram aos grupos armados "não estatais" para que adiram à ideia de resolução pacífica do conflito, que deponham as armas e que se submetam ao acantonamento dos respetivos efetivos, ao mesmo tempo que condena "vigorosamente" os vários ataques às tropas da missão da ONU no país, a MINUSMA,
Os Chefes de Estado e de Governo aprovam ainda a resolução do Conselho de Segurança da ONU que reforça o mandato e as capacidades operacionais da MINUSMA e cria um quadro humanitário mais robusto para a intervenção no Mali. Lusa
Segundo o comunicado final da cimeira, os 15 Estados membros da CEDEAO, que vão suportar o fundo, apelaram também aos parceiros internacionais para colaborarem na mobilização financeira, pedindo, como contrapartida, uma "governação inclusiva" do novo Governo guineense, saído das eleições de junho.
A prioridade passa por se conseguir um "consenso nacional", tendo também como pano de fundo a execução de um programa de reformas "abrangente", através de um diálogo conducente à reconciliação nacional, recuperação económica, reforma dos sistemas governativos e políticos e processos de apoio à estabilização.
Na cimeira, a CEDEAO, que prestou homenagem ao presidente cessante da Guiné-Bissau Serifo Nhamadjo "pelo empenho e determinação que levaram o processo de transição a bom porto", aprovou também o Programa de Reforma Pós-Eleitoral para a Guiné-Bissau.
Dando as boas vindas ao novo chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, os 15 encarregaram a comissão da CEDEAO de apoiar o Governo de Domingos Simões Pereira no processo de mobilização de recursos para a implementação de reformas no país e de promover uma Conferência Internacional de Doadores.
Os 15 instruíram a Comissão da organização para tomar medidas urgentes, em estreita colaboração com o Governo guineense, comunidade internacional e demais parceiros, para a revisão do mandato da Missão de Segurança da CEDEAO na Guiné-Bissau (ECOMIB), a partir de 31 de dezembro de 2014??
Sobre o Mali, os chefes de Estado e de Governo da CEDEAO congratularam-se com a melhoria registada na questão de segurança no norte do Mali desde o surgimento das escaramuças de maio de 2014, elogiando a iniciativa da Argélia em organizar uma reunião de acompanhamento destinada a explorar os meios conducentes à paz e ao fim da crise, em consonância com o Acordo Provisório de Ouagadougou.
Reiterando a disponibilidade em apoiar o processo de paz maliano em curso, a CEDEAO apelou ao diálogo e à redinamização da Comissão de Verdade, Justiça e Reconciliação, defendendo também o compromisso e integridade territorial do Mali e reafirmando o caráter "não negociável e sacrossanto" das identidades dos Estados-membros.
Os 15 apelaram aos grupos armados "não estatais" para que adiram à ideia de resolução pacífica do conflito, que deponham as armas e que se submetam ao acantonamento dos respetivos efetivos, ao mesmo tempo que condena "vigorosamente" os vários ataques às tropas da missão da ONU no país, a MINUSMA,
Os Chefes de Estado e de Governo aprovam ainda a resolução do Conselho de Segurança da ONU que reforça o mandato e as capacidades operacionais da MINUSMA e cria um quadro humanitário mais robusto para a intervenção no Mali. Lusa