sábado, 12 de julho de 2014

GUINÉ-BISSAU: RUI MACHETE PROPÕE FORÇA DE ESTABILIZAÇÃO INTERNACIONAL


Chegou a hora de todos os militares e guineenses que amam a Guiné-Bissau, se prepararem para a segunda parte da guerra contra os fascistas e neocolonialistas portugueses na Guiné, pois é, os fascistas querem a guerra no nosso país. Querem a guerra? Então venham daí e tragam os submarinos, estamos a vossa espera. Querem assaltar as nossas riquezas mas não vão conseguir, bandidos da mer...
Porque é que o Machete(gangue do BPN) não propõe o envio de uma força internacional para estabilização de moçambique que está em guerra? Perante as constantes declarações dos fascistas tugas no que se refere o envio de uma força de estabilização para Guiné, país onde não há guerra, as novas autoridades do país devem reagir firmemente sob pena de serem consideradas coniventes, não compete as autoridades portuguesas fazer esse pedido, por outro lado quem é que as incumbiu esta tarefa? foram as novas autoridades? 
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, reiterou hoje(11 Julho) a necessidade de uma força de estabilização internacional na Guiné-Bissau para proteger as instituições, após as eleições ao fim de dois anos de autoridades de transição.
"Para levar a cabo as reformas necessárias, o novo governo da Guiné-Bissau terá de ter não só o apoio financeiro da comunidade internacional mas também garantias de proteção das instituições legítimas", defendeu hoje o ministro Rui Machete, falando na abertura de uma conferência internacional sobre "A Segurança no golfo da Guiné", que decorre no ministério dos Negócios Estrangeiros.
Portugal tem por isso defendido, junto de várias organizações internacionais, "uma força de estabilização internacional com dois pré-requisitos: um convite das futuras autoridades legítimas e um mandato claro e transparente do Conselho de Segurança das Nações Unidas", declarou.
Após os atos eleitorais que permitiram eleger um novo Governo e um novo Presidente, depois de cerca de dois anos de autoridades de transição na sequência de um golpe de Estado militar, Portugal "está a trabalhar para o pleno restabelecimento da cooperação institucional com a Guiné-Bissau, que permita capacitar o Estado e fortalecer as instituições, nomeadamente nas áreas do estado de Direito e da boa governação", afirmou o ministro.
Para o Governo português, os resultados das eleições "transmitem a vontade clara dos guineenses de colocarem o seu país no caminho da estabilização e do desenvolvimento".
Rui Machete insistiu na necessidade de "um redobrado esforço da parte de todos no diálogo entre os principais partidos e outras forças da sociedade guineense nesta nova etapa do país".
A conferência internacional é organizada pelo Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), da Universidade Nova de Lisboa, em parceria com o Instituto Diplomático, e conta com o alto patrocínio do ministro Rui Machete.
A conferência "A Segurança do golfo da Guiné", que decorre ao longo do dia no Palácio das Necessidades, pretende debater os problemas de segurança, os impactos na dimensão energética, o multilateralismo e as dimensões internacionais da segurança africana. Fonte: Aqui