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| Imagem do arquivo da Selecção Nacional |
“Há duas competições em vista, o CHAME 2016, que é uma competição que se faz ao nível das selecções locais e há o CAN 2017, tanto um como outro depende do empenho do executivo em termos de disponibilização de meios financeiros para inicio dos trabalhos”, avisou Joãozinho Mendes em declarações à Agência de Notícias da Guine (ANG).
Acrescentou que enquanto não houver esse envolvimento a federação nada poderá fazer, e disse que a Federação dirigiu quinta-feira um ofício ao governo da Guiné-Bissau não só para o informar sobre a necessidade do seu empenho, assim como para pedir autorização para iniciar os preparativos, sobre o qual o executivo ainda não respondeu.
Apesar disso, Joãozinho Mendes disse que a federação perspectiva falar com o selecionador nacional com vista a obtenção da lista dos jogadores necessários para as duas competições a fim de se contactar as equipas onde esses atletas evoluem para obter a autorização dos respectivos clubes para a participação dos jogadores nos treinos e nas competições.
Interrogado sobre o montante em dinheiro de que a federação precisa para preparação do (CAN) respondeu que a soma será igual ou seja habitual aos anteriores, isso porque a equipa que recebe é que custeia a estadia da equipa visitante.
“A federação perspectiva ainda a realização de uma campanha de sensibilização dos jogadores guineenses que actuam em diferentes campeonatos de Europa a jogar pelo país, tendo em conta a meta a atingir - a fase de grupos do CAN 2017”, disse o Vice-presidente da FNFGB.
A Guiné-Bissau está no Grupo E juntamente com Congo, Zâmbia e Quénia.
ANG/LPG/SG
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