Presentes no encontro a representante do Banco Mundial na Guiné-Bissau, Kristina Svensson, a directora de operações, Louise Cord, o primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, que também tutela a pasta da Economia e Finanças e vários membros do governo.
Aristides Gomes manifestou na abertura dos trabalhos a disponibilidade do seu governo para a “criação de condições favoráveis” para “uma boa execução” de todos os projectos financiados pelo Banco Mundial, o que, disse, passa por uma gestão transparente das Finanças Públicas e ainda pela estabilização política do país.
A realização de eleições legislativas a 18 de Novembro é a condição essencial para estabilização, defendeu o primeiro-ministro guineense, que prometeu trabalhar para que a Guiné-Bissau seja respeitada por todos os seus parceiros.
A directora das operações do Banco Mundial, Louise Cord, destacou que os projectos em andamento na Guiné-Bissau têm por finalidade “prestar os serviços básicos” às populações, nomeadamente às mulheres e às crianças, lembrando que o país continua a ter uma das mais altas taxas de mortalidade infantil no mundo. (Macauhub)