Estes factos terão ocorrido depois a meia-noite do dia 14 de Setembro. E três dias depois a mãe da Coordenadora da Secção Central de Investigação de Combate ao Tráfico de Drogas, Cátia Tavares foi assassinada por dois homens encapuzados.
Começa-se a especular, e alguns parecem ter a certeza, que o atentado abortado contra a mulher do ex- PGR está relacionado com o atentado que vitimou a professora Isabel Moreira. Mas este online sabe que “ a PJ anda ‘aos papéis’ nos dois casos e que ainda não consegui, em termos de investigação factos ou provas que relacionem os dois casos. E muito menos que os atentados estejam relacionados com o processo Lancha Voadora.
O que a PJ tem é muito pouco: apenas dois homens encapuzados que num caso disparam, matam e fogem e noutro que fogem sem deixar pistas. E sabe-se que, por exemplo no Mindelo existem dois atentados que usaram o m mesmo modo operendi e que ainda estão por resolver.
Por isso magistrados contactados por este jornal consideram que “ autoridades, PJ, Serviço de Informação , deviam agir na prevenção, na dissuasão, antecipar os criminosos e não apenas correr atrás deles com chances mínimas de os apanhar “ E perante este cenário da incapacidade da PJ e SIR de anteciparem os actos criminosos que apontam para o coração da justiça em termos de investigação, MP e PJ; só resta perguntar: quem será a próxima vítima ? Fonte: Aqui