Os filmes Mortu Nega, da Guiné Bissau, e De Corpo e Alma, de Moçambique, são as duas presenças lusófonas na edição deste ano do Festival de Cinema Africano de Córdoba (FCAT), que começa quarta-feira na cidade espanhola.
De 1988, a obra Mortu Nega é a primeira longa-metragem de Flora Gomes e a primeira 'docuficção' do país, debruçando-se sobre a situação da Guiné-Bissau em 1973, durante a guerra de independência.
A obra moçambicana De Corpo e Alma, de Matthieu Bron, de 2010, conta a história de três jovens com deficiência física que vivem nos arredores de Maputo.
Cerca de 40 obras de vários países africanos integram a programação da edição não-competitiva do FCAT, a que se somam várias atividades paralelas, incluindo debates, encontros, exposições e moda.
Entre os dias 15 e 17 decorre também o Fórum da Critica de Cinema, dedicado este ano ao tema “Cinema de África nos tempos transmedia”, onde participam profissionais, críticos e jornalistas culturais. Fonte: Aqui