quarta-feira, 2 de abril de 2014

NARCOTRÁFICO IMPLODIU ESTADO DA GUINÉ BISSAU, ACUSA PASSOS


Primeiro-ministro afirma em Bruxelas que Portugal está disponível para participar em missões da ONU em África. E afirmou que as relações com Angola estão "normalizadas".
O narcotráfico implodiu o Estado na Guiné-Bissau, afirmou esta quarta-feira, em Bruxelas, Pedro Passos Coelho. O primeiro-ministro discursava na sessão de trabalho sobre a paz e a segurança da IV Cimeira UE-África.
“A Guiné-Bissau é um caso revelador pela forma como o narcotráfico concorreu para a implosão das suas frágeis estruturas de Estado, submergindo o país numa grave crise político-militar”, disse Passos Coelho. “Esperamos que as eleições sucessivamente adiadas e agora previstas para 13 de Abril se realizem em condições de justiça e liberdade, permitindo a normalização da situação política e abrindo caminhos para a submissão do poder militar às autoridades civis e à construção de um verdadeiro Estado de Direito”, destacou.
A referência à situação em Bissau surgiu no âmbito da análise ao aumento da insegurança marítima no Golfo da Guiné. “Preocupa-nos pelo seu impacto na região mas, também, pela sua correlação com outros fenómenos, tais como a actuação dos grupos extremistas no Sahel ou as rotas de narcotráfico que usam a África Ocidental como plataforma a caminho da Europa”, referiu o primeiro-ministro.
Assim, e dado o carácter transnacional deste fenómeno, Passos assinalou a vontade do seu executivo de trabalhar com os Estados e organizações da região tanto no quadro bilateral como no contexto da estratégia da União Europeia (UE) para a zona, aprovada em Março passado.
“Essa cooperação poderá passar pelo reforço das capacidades das marinhas e forças aéreas nacionais e pelo fortalecimento das instituições jurídicas e policiais”, destacou o primeiro-ministro. Uma acção marcada pela prevenção, coordenação dos actores internacionais e pela procura de uma matriz africana de soluções.
A existência de um diálogo constante entre a UE e os países africanos foi defendida por Passos Coelho. “Na nossa perspectiva, o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável são outros dos sustentáculos fundamentais da nossa parceria”, assinalou.

Por fim, Pedro Passos Coelho reiterou a disponibilidade de Portugal para participar em missões mandatadas pelas Nações Unidas, “como fizemos no Golfo de Áden ou na República Centro-Africana”. Leia mais - Publico 

O desespero é total, Passos Coelho, não passa de boca de aluguer, ou seja, moço de recados  dos gangsters angolanos. Que vergonha! 

O seu/vosso discurso é tão velho quanto o bigode de Rui Machete, este discurso desatualizado não vai alterar nada, o processo de transição está no bom caminho e as eleições vão se realizar  no dia 13 de Abril. Os gangsters  da CPLP estão com uma azia dos diabos, queriam que tudo corresse mal na Guiné-Bissau, felizmente a CEDEAO está a levar o barco ao bom porto.  
Já agora vão peidar no quintal do JES.