quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

TENSÕES POLÍTICAS E VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS DIMINUEM NA GUINÉ-BISSAU APÓS ELEIÇÕES, DIZ AMNISTIA????????????

Mentira do mês! Só conseguem enganar os menos atentos. Estão a tentar apresentar boa imagem do (des)governo que está por um fio, um (des)governo ao serviço da máfia internacional(gangues do MPLA, fascistas etc..). Bandidos! 
 
As tensões políticas e os casos de violação de direitos humanos diminuíram na Guiné-Bissau depois das eleições gerais de 2014, mas a impunidade mantém-se em relação aos casos registados no passado, refere o relatório anual da Amnistia Internacional. 
 
«As tensões políticas persistentes e violações de direitos humanos diminuíram depois das eleições em abril [e maio] e da posse de um novo governo em julho», refere a organização.
 
A nível social, o descontentamento também decresceu com «o retomar das ajudas internacionais», que permitiram «pagar ordenados em atraso» e reduzir a ameaça de greves.
 
A Amnistia Internacional destaca ainda como fatores determinantes no novo enquadramento do país o prolongamento do mandato da missão de paz das Nações Unidas (UNIOGBIS) e a demissão do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas António Indjai, que tinha liderado o golpe de Estado de 2012.
 
É igualmente realçada a libertação ocorrida em setembro de nove pessoas que tinham sido presas, «depois de um julgamento injusto», por causa de um alegado ataque a uma base militar em outubro de 2012.
 
O cenário global melhorou na Guiné-Bissau, mas o relatório aponta como pontos negativos os casos de ameaças, agressões e rapto de políticos por parte das forças de segurança durante os períodos de pré-campanha eleitoral - alegadamente com o intuito de condicionar o trabalho de alguns candidatos a favor de outros.
 
Seja como for, «não houve investigações sobre estes incidentes», refere a organização. Noutro capítulo, também «ninguém foi responsabilizado pelas violações de direitos humanos cometidas no contexto do golpe de Estado de 2012, nem pelos assassínios políticos de 2009».
 
Ao nível social, a Amnistia Internacional cita a relatora das Nações Unidas para a pobreza extrema, para referir que «a desigualdade de género e discriminação são as principais causas de pobreza na Guiné-Bissau».
 
Ainda assim, no âmbito dos direitos das mulheres, é destacado o anúncio do Governo de atribuição de cuidados médicos gratuitos para crianças até aos cinco anos, grávidas e idosos - segundo a mesma relatora da ONU, a alta taxa de mortalidade materna deve-se ao facto de 60% das grávidas não receber cuidados adequados. Fonte: Aqui