Bissau, 06 Jun 14 (ANG) -O Coordenador do Programa Nacional de Luta Contra o Paludismo, do Ministério da Saúde publica, afirmou hoje que a implementação da campanha de distribuição gratuita de mosquiteiros provocou uma diminuição de casos de paludismo no pais.
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“Isso significa que ouve uma diminuição progressiva do paludismo no país”, afirmou.
Segundo Paulo Djata, a doença é ainda a principal causa da morte, e de consultas aos serviços da saúde.
“Por isso, as ofertas de mosquiteiros impregnados väo continuar, e se for acompanhado de pulverização de zonas com agua estagnada, o efeito do combate ao paludismo será maior”, referiu.
Djata explicou que divido à dificuldades financeiras do país näo vai ser possível a realização de pulverização em diferentes artérias do pais.
“A pulverização é muito cara, e que uma vez iniciada não se pode parar”; justificou.
Interrogado sobre os mosquiteiros à venda no mercado em idênticas embalagens a dos mosquiteiros que o Ministério da Saúde oferece à população, no âmbito da prevenção do paludismo, Paulo Djata, respondeu que uma vez encontrou alguns mosquiteiros numa farmácia e reclamou mas a pessoa que estava de serviço apresentou a factura da compra dos mesmos com a proveniência do Senegal.
“Não significa que todos os mosquiteiros que estão no mercado foram adquiridos no estrangeiro, mas também não posso dizer nada porque nunca apanhei alguém do ministério a vender. Esse papel de fiscalização cabe a Inspecção-geral do Ministério de Saúde e da Polícia Judiciaria. E preciso descobrir se, de facto, são os referidos mosquiteiros ou não”, disse o coordenador do PNLCP.
O programa vai distribuir mas de um milhão de tendas impregnadas e pediu a colaboração das pessoas para permitir ou seja facilitar a distribuição, assim como o uso dos mosquiteiros para possibilitar o país marchar para uma eventual radicalização do paludismo.
Segundo Djata, ainda existem pessoas que se recusam a utilizar tendas impregnadas.
Fonte: ANG/PLG/SG