Num comunicado, as duas organizações humanitárias indicaram uma média de 10 atos de violência física ou verbal cometidas mensalmente contra os seus voluntários desde o surto da epidemia em março de 2014.
O ataque violento mais recente remonta a 8 de fevereiro último durante o qual dois voluntários foram agredidos na cidade de Forécariah quando eles tentavam apoiar uma comunidade para um enterro digno e são dum defunto.
O presidente da Cruz Vermelha Guineense, Youssouf Traoré, sublinha que qualquer ato de violência contra os seus voluntários que trabalham dia e a noite para proteger comunidades contra a doença do vírus do Ébola é inaceitável.
« O envolvimento das comunidades é essencial se quisermos atingir zero caso de Ébola. Elas devem ter consciência dos riscos ligados a esta epidemia e do papel positivo dos voluntários da Cruz Vermelha para garantir a sua proteção”, afirmou Youssouf Traoré.