Atualizado, 08 Março, 08:57
Marcel Alain de Souza, deixou-se corromper pela máfia lusófona, deu uma entrevista a RFI em Paris, na qual, disse que "agora, têm uma estratégia que vão implementar para pressionar o Presidente guineense de modo que os acordos sejam aplicados. Na nossa opinião, essa pressão deve incidir sobre o PAIGC para que os 15 deputados sejam reintegrados de forma incondicional como refere um dos pontos do tal acordo de Conacri, por outro lado a CEDEAO deve pressionar/exigir o bandido Alpha Condé que apresente o documento assinado por todos em Conacri onde consta o nome de Augusto Olivais como figura de consenso para chefiar o governo até as eleições em 2018. Toda gente sabe que esse documento não existe porque se existisse seria apresentado na última reunião da CEDEAO em Abuja, Nigéria. De salientar que o próprio Alpha Condé [Mediador da crise guineense] não conseguiu provar, em documento assinado pelas partes, o consenso à volta de um nome para primeiro-ministro, durante a negociação de Conacri. Portanto o Presidente Mediador Alpha Condé e o presidente da Comissão de CEDEAO, Marcel de Souza, prestaram falsos testemunhos, sobre o desenrolar dos trabalhos em Conacri, contradizendo as posições do grupo que descartou Augusto Olivais, numa tentativa de apoiar, os seus aliados, o presidente do PAIGC, na pessoa de Domingos Simões Pereira, e Cipriano Cassamá, pondo em causa a seriedade de todo este processo, perante a Cimeira, ao declararem haver consenso em torno do nome de Augusto Olivais. Uma posição jamais assumida, durante todo o processo de escolha, tanto pelo PRS, os 15 e como pelo PND”.
Marcel Alain de Souza, deixou-se corromper pela máfia lusófona, deu uma entrevista a RFI em Paris, na qual, disse que "agora, têm uma estratégia que vão implementar para pressionar o Presidente guineense de modo que os acordos sejam aplicados. Na nossa opinião, essa pressão deve incidir sobre o PAIGC para que os 15 deputados sejam reintegrados de forma incondicional como refere um dos pontos do tal acordo de Conacri, por outro lado a CEDEAO deve pressionar/exigir o bandido Alpha Condé que apresente o documento assinado por todos em Conacri onde consta o nome de Augusto Olivais como figura de consenso para chefiar o governo até as eleições em 2018. Toda gente sabe que esse documento não existe porque se existisse seria apresentado na última reunião da CEDEAO em Abuja, Nigéria. De salientar que o próprio Alpha Condé [Mediador da crise guineense] não conseguiu provar, em documento assinado pelas partes, o consenso à volta de um nome para primeiro-ministro, durante a negociação de Conacri. Portanto o Presidente Mediador Alpha Condé e o presidente da Comissão de CEDEAO, Marcel de Souza, prestaram falsos testemunhos, sobre o desenrolar dos trabalhos em Conacri, contradizendo as posições do grupo que descartou Augusto Olivais, numa tentativa de apoiar, os seus aliados, o presidente do PAIGC, na pessoa de Domingos Simões Pereira, e Cipriano Cassamá, pondo em causa a seriedade de todo este processo, perante a Cimeira, ao declararem haver consenso em torno do nome de Augusto Olivais. Uma posição jamais assumida, durante todo o processo de escolha, tanto pelo PRS, os 15 e como pelo PND”.
Para terminar, a CEDEAO pode e deve retirar a ECOMIB da Guiné-Bissau, se calhar faz muita falta no Mali para combater os terroristas, no Senegal para combater rebeldes de Casamança e na Nigéria para combater o Boko Haram. Felizmente temos militares para tomar conta do nosso país, a própria CEDEAO sabe, os angolanos sabem e os tugas também sabem disso. viva as FARPs! JOMAV E VERDADEIROS FILHOS DA GUINÉ-BISSAU, NÃO CEDAM AS PRESSÕES DE INTERESSES EXTERNOS SOBRETUDO DA MÁFIA LUSÓFONA.
De passagem por Paris, o dirigente beninense Marcel de Souza, presidente da Comissão da CEDEAO, concedeu uma entrevista esta manhã à RFI(ouvir e ler em Francês) durante a qual abordou a crise da Guiné-Bissau. Ao declarar que os acordos de Conacri não estão a ser respeitados, Marcel de Sousa referiu igualmente que a CEDEAO pondera a possibilidade de retirar as tropas da ECOMIB da Guiné-Bissau.