

A cerimónia fúnebre começou junto ao Direcção-Geral da Cultura, na qual, aquele que foi figura sonante da literatura guineense foi rendido homenagem e a cerimónia fúnebre seguiu-se em direção ao cemitério em companhia dos familiares, membros do governo, amigos e companheiros da profissão até à sua última morada, onde foi lida a sua biografia do malogrado.


De acordo com a fonte do Rispito.com, o tempo que o malogrado esteve doente, encontrava-se quase num estado de abandono a sua sorte, pelas figuras públicas do país, até ao momento a família e os colegas formularam um peditório para obtenção do dinheiro para a sua evacuação atempado para um tratamento medico especializado.
Félix Sigá era um intelectual inconformado com a realidade do país, era casado e pai de filhos, faleceu com 61 anos em Lisboa, vítima de doença prolongada.
GLORIA INTERNA A SUA ALMA.