Segundo o diretor regional adjunto da Amnistia Internacional para a África Ocidental e Central, Stephen Cockburn, o relator especial das Nações Unidas sobre as Execuções Extrajudiciais, Sumárias e Arbitrárias, Christof Heyns, e o relator especial sobre a Tortura e Outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos e Degradantes, Juan Mendez, viram ser recusado o acesso aos centros de detenção onde os prisioneiros estão supostamente a ser confrontados com um risco elevado de tortura.
«Os observadores dos direitos humanos da ONU confirmaram o que nós dizemos há muito tempo, descrevendo a tortura como uma prática constante na Gâmbia, pois as autoridades reprimem a dissidência percebida pela força brutal. Recusar aos observadores o acesso às cadeias do país só pode sugerir que as autoridades têm alguma coisa a esconder», declarou Cockburn.
A recusa da visita acontece algumas semanas depois de a Gâmbia ter sido duramente criticada pelo seu balanço em matéria dos direitos humanos durante o seu exame periódico nas Nações Unidas, segundo um comunicado obtido esta sexta-feira em Banjul.
«Na sequência das críticas fortes de mais de 62 países na ONU, em outubro, esta visita recusada deve servir para mobilizar a pressão internacional sobre a Gâmbia para pôr termo à sua utilização da tortura para censurar a dissidência. Este desrespeito flagrante pelo direito internacional dos direitos humanos deverá ser impossível ignorar», acrescentou Cockburn.
A Gâmbia aceitou inicialmente os termos de referências dos responsáveis da ONU, mas recusou o acesso a algumas zonas da cadeia, incluindo a ala de segurança da prisão «Mile 2» na capital, Banjul, onde os condenados à morte estão detidos geralmente no isolamento durante longos períodos e submetidos à tortura.
A equipa da ONU criticou igualmente o ressurgimento da utilização pela Gâmbia da pena de morte. Fonte: Aqui
«Os observadores dos direitos humanos da ONU confirmaram o que nós dizemos há muito tempo, descrevendo a tortura como uma prática constante na Gâmbia, pois as autoridades reprimem a dissidência percebida pela força brutal. Recusar aos observadores o acesso às cadeias do país só pode sugerir que as autoridades têm alguma coisa a esconder», declarou Cockburn.
A recusa da visita acontece algumas semanas depois de a Gâmbia ter sido duramente criticada pelo seu balanço em matéria dos direitos humanos durante o seu exame periódico nas Nações Unidas, segundo um comunicado obtido esta sexta-feira em Banjul.
«Na sequência das críticas fortes de mais de 62 países na ONU, em outubro, esta visita recusada deve servir para mobilizar a pressão internacional sobre a Gâmbia para pôr termo à sua utilização da tortura para censurar a dissidência. Este desrespeito flagrante pelo direito internacional dos direitos humanos deverá ser impossível ignorar», acrescentou Cockburn.
A Gâmbia aceitou inicialmente os termos de referências dos responsáveis da ONU, mas recusou o acesso a algumas zonas da cadeia, incluindo a ala de segurança da prisão «Mile 2» na capital, Banjul, onde os condenados à morte estão detidos geralmente no isolamento durante longos períodos e submetidos à tortura.
A equipa da ONU criticou igualmente o ressurgimento da utilização pela Gâmbia da pena de morte. Fonte: Aqui