A candidatura do Alibabá (JOMAV) nasceu das ruínas da tenebrosa regência de Carlos Gomes Júnior. A imunda apresentação surgiu como um nado-morto, um exemplo da imoralidade e ausência de ética política que se quer banir do nosso país, mas que foi, prontamente, apadrinhada por Ramos-Horta, Portugal, Angola e Cabo Verde. A cobiça é grande! A dita “comunidade internacional” nem sequer conseguiu ocultar a sua ambição voraz pela nossa terra, barricando-se atrás do seu joguete, arguido-candidato, José Mário Vaz. Falam de corte de madeira e fazem vista grossa aos vergonhosos 40 anos de governação do PAIGC, dos navios piratas a pescarem nas nossas águas sem bandeira, sem quota, usando equipamento de pesca ilegal e capturando espécies protegidas. Falam de corte de madeira, mas nem uma única palavra sobre os vergonhosos 40 anos de pobreza, exclusão social, fome, assassinatos políticos de altas figuras públicas do nosso Estado (Nino Vieira, Tagme Na Waie, Helder Proença, Baciro Dabó, Rooberto Cacheu, Yaia Dabó, Samba Djaló, Natelé Cadjucan Nhaga, Tito Abna etc.). Os defensores do arguido José Mário Vaz reclamam a instabilidade para a Guiné-Bissau. Ramos-Horta e Ana Gomes, fazem persistentes apelos a amnésia de recordação ao povo sobre os assassinatos políticos que ocorreram no nosso país. Que horror!
Por: Okutó Pisilon