O
Conselho de Segurança da ONU expressou indignação pelo rapto de
praticamente três centenas de jovens de uma escola na Nigéria.
O
rapto foi levado a cabo pelo grupo extremista islâmico Boko Haram que reclama a
criação de estado islâmico na Nigéria.
Por
todo o mundo multiplicam-se as manifestações de revolta e aumentam as pressões
para que as jovens sejam libertadas.
De
acordo com a Amnistia Internacional, o exército nigeriano podia ter evitado
rapto pois obteve informações relativas à iminência de um ataque.
A
mobilização global tem aumentado as pressões sobre o presidente nigeriano
Goodluck Jonathan que é criticado pela lentidão com que reagiu a este caso.
“Como
pai e presidente deste país, sinto a dor. Não vou dormir descansado enquanto
estas jovens não forem libertadas e reunificadas com as suas famílias”, disse o
presidente.
Jonathan
afirma ainda acreditar que as jovens ainda se encontram em território nacional
não tendo atravessado a fronteira em direção aos Camarões.
A
primeira-dama norte-americana juntou-se à campanha mundial contra o rapto das
jovens.
Num
ato sem precedentes, Michelle Obama substitui esta semana o presidente na sua
alocução radiofónica semanal. euronews - video